20/09/2017

Lembrei quantas vezes me masturbei ouvindo aquela voz que dizia: Quando eu te encontrar vou te chupar por horas, vou te devorar te “fuder” por dias.... - Oi! Tudo bem? Faz tempo que você chegou? [TEXTICULO 75]


Após seis meses de masturbação literária e mensagens via redes sociais, finalmente chegou o dia de nos conhecermos. Conhecer não, pois já nos conhecíamos. Os  nossos caminhos já haviam se cruzados pelos bares da vida, entretanto era apenas "olá e tchau" protocolo de boa educação. Não existia nenhum interesse para além da amizade. Também nessa época éramos comprometidos e “trouxamentes” apaixonados pelos nossos pares. Contudo esse mundo gira mesmo e eu sempre tonta entre estradas tortas me deparei com ele. 

Foi em uma rede social em meio poemas, teatro, fotos, alergias e alienígenas que tudo começou. Fomos nos relacionando e fingindo não ter nenhum interesse de “fuder” um com o outro por mais ou menos três dias seguidos. Sabe aquelas fodas que a gente perde a noção do tempo, do espaço da vida faz até a gente perder peso? Então!!! É essa mesmo. Era esse o objeto de desejo e esse desejo só aumentava  a cada ideia trocadas, a cada fantasia confidenciada.

Finalmente depois de seis meses, pois ele estava viajando a trabalho, íamos nos ver. Eu estava ansiosa. Não sei se ansiosa era a palavra certa. A verdade era que eu estava me cagando de medo, mas pela primeira vez não era medo de parar na mala ou na vala, era medo de não agradar.
Eu sentia medo de não saber como agir o que falar, afinal não era um total desconhecido, não era alguém que eu poderia escolher qual versão de mim apresentar. Ele sabia um pouco do meu passado, tínhamos "amigos" incomum que estavam a favor ou contra a mim. Às vezes até ele  poderia já ter presenciado alguns dos meus surtos passionais e ridículos pelos bares a fora. Sim! Tive épocas de guerras emocionais. Resumindo... Eu corria um risco da porra em encontra-lo. Neste momento fui tomada por um desejo de me mandar dali antes dele aparecer - tarde demais.

Ouvi sua voz rouca chamar meu nome - estremeci e confesso que a calcinha ficou úmida também. Lembrei quantas vezes me masturbei ouvindo aquela voz que dizia: Quando eu te encontrar vou te chupar por horas, vou te devorar te “fuder” por dias....

- Oi! Tudo bem? Faz tempo que você chegou?

Acordei do transe erótico com essas palavras que vinham da boca dele. Uma boca linda que estava acompanhada de um bigode e barba rebelde um verdadeiro hippie. Ele tem essa pegada de iluminado. Desde que começamos a nos falar ele passava uma leveza diante da vida, estranhamente me dava paz. Eu o beijei. Foi assim que respondi. Sou impulsiva, eu precisava de um beijo e ele correspondeu lascivamente.

Depois disso até tentamos ir a um bar para beber conversar tentar não ir direto para sexo, tentar não parecer tão profissional, não teve jeito. Depois da segunda cerveja ele meio acanhado disse:

- Não quero parecer precipitado, mas você é linda e eu espero por isso já faz algum tempo...

Eu não o deixei terminar a frase. Partimos para o hotel. Um hotel simplesinho, mas inspirava contos, romances marginas. Quando a porta se fechou eu disse a mim...

- Não existe a palavra não neste quarto. Eu o quero ao menos essa noite.

Ele se despiu e me despiu também. Ele ficava a vontade nu, poucas pessoas ficam, ele disse para eu ficar à vontade também. Disse para não ter vergonha das marcas alérgicas que carrego pelo corpo. Tão lindo! Mal ele sabia que o que me envergonha é usar roupas... Nos beijamos e a cada chupada de língua eu ficava ofegante e transbordando de tesão. Então ele veio, beijando meus lábios, meus seios, minha barriga e chegou onde eu mais clamava por ele - abocanhou-me.

Ele me chupava gostoso, beijava meus grandes e pequenos lábios, um beijo de língua profundo, abocanhava meu clitóris e eu via seu olhar malicioso entre minhas pernas. Sua cara de satisfação em me ver derretendo e gemendo em sua boca. Eu não sabia distinguir o era que saliva o que era gozo, o que era eu e o que era cama. Eu vibrava em sua língua. Em meio a esse sexo oral que me tirava o juízo - ele levou sua boca ao pé do meu ouvido e disse: Esfrega essa boceta na minha cara.

Eu estava no céu. Rapidamente mudei a posição com uma agilidade que até eu desconheci. Eu já almejava por isso e antes que ele pudesse se ajeitar na cama  eu sente na cara dele. Seu pedido é uma ordem.

Esfreguei a boceta molhada e cheia de tesão na cara dele e o sacana continuava chupando, lambendo sem perder o ritmo, sem perder o tesão. Eu sentia uma satisfação enorme em ser invadida por aquela língua, nenhum orifício lhe escapava, não havia pudor, era amor meu bem.  

Então pensei comigo enquanto fitava aquele olhar safado, aqueles olhos cor de conhaque por baixo de mim. 

- Ahhh!!! Está valendo apena ter esperado por seis meses esse homem por seis meses e o melhor que a noite só está começando. 

Vamos dobrar o horário da pernoite.




Eu sei que vai ser muito bom
Porque eu tenho uma boa imaginação
Eu gosto de agradar
Deve se livrar das roupas e das inibições
As inibições são boas porque podemos as superar
Eu farei tudo o que você mandar

5 comentários:

Lucas Moreira disse...

☺️☺️☺️

Liliane Oliveira disse...

Eita pooooooorra!!!! Qualidade total dessa menina ruiva. Parabéns!

Choconhaque disse...

😍

Choconhaque disse...

😍

Choconhaque disse...

😁