07/01/2017

Sessão poema - Parte XXXV [Canto para Marte - O florescer]


Meu amor...
A vida é tão simples...
Basta respirar.
A gente que complica.
Dando importância demais.
Ás cobranças do mundo.
Você não precisa disso...
                    eu não preciso...
                     muito menos eles.
A dádiva maior já nos foi concedida.
Estar vivo, está vida.
Mesmo que insista em se censurar.
Deixa disso!
Entre em harmonia...
                com você...
                com os outros...
                com às coisas...
                com universo.

"Quando todo o universo se torna teu amigo. 
Coisa alguma do universo poderá causar-te  danos".

Então, tudo será seu amigo.
O universo proporciona.
Libere amor, largue o rancor.
VEM!!
Eu lhe dou um pouco do meu.
Não precisa gasta-lo comigo.
Apesar de ser grande...
                  eu não caibo no seu coração.
Use com quem você quiser.
Com quem vier...
                    mas use.
Reconcilia-te, amor.
Com você mesmo.
Para perdoar os outros mortais que também andaram perdidos.
Força, meu bem.
Sou passado..
Mas sou presente em pensamentos.
Querendo que você fique bem.
Que eu lhe faça o bem.
Ao menos nos pensamentos.
Reaja meu senhor.
Sei que pode mais que miseráveis palavras.
Você quer?
Então vai...
Estou sempre aqui...
Aplaudindo você.
Quando souberes a força que tens.
Nada mais te destroçará.
Veja! 
O que realmente nos vemos em você.
Vida, histórias, amor.
Canto para ti, Marte...
           afim de fortalecer novos dias.


Tais Medeiros.

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