22/05/2016

Sessão poema - Parte XIV [Néctar de Dionísio...]



Entre na dança de Dionísio.
Como loucos a vagar.
Sem raiz...
sem lar...
Pode ser terrível, mas vem se ariscar.
Animais livres...
soltos...
seres uno...
deixando se experimentar.

Deixa às mascaras caírem e a intuição comandar.
E do inconsciente a criatividade...
                                                  [se recriar] 
Na igreja de Dionísio não se nasce conscientes.
Ele pari mistérios para a gente desvendar.
No frenesi da alma. 

                              Néctar de Dionísio... 
                              Beba Dionísio... 
                              Coma Dionísio... 
                              Dance para Dionísio... 

Mas não se esqueça!
Todo êxtase tem seu sabor...
Toda escolha tem seus riscos...
E toda liberdade tem seu preço.
Pule no abismo e tente não se machucar.


Tais Medeiros

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