03/04/2016

Os crimes passionais ganham camarotes nos jornais. Não há um dia se quer que não haja sangue derramado porque acabou o amor, porém acredito que por amor ou por falta dele não se mata e não se morre. Li uma vez em um desses posts de internet que "O amor não acaba, ele morre." Como tudo que tem vida deve morrer, de preferência completando o ciclo, inicio, meio e fim. O amor tem vida, tem nome, CPF, sonho e vontade, mas nunca tem hora marcada para chegar ou partir. [TEXTICULO 33]

Os crimes passionais ganham camarotes nos jornais. Não há um dia se quer que não haja sangue derramado porque acabou o amor, porém acredito que por amor ou por falta dele não se mata e não se morre.

Li uma vez em um desses posts de internet que "O amor não acaba, ele morre." Como tudo que tem vida deve morrer, de preferência completando o ciclo, inicio, meio e fim. O amor tem vida, tem nome, CPF, sonho e vontade, mas nunca tem hora marcada para chegar ou partir.

Ao contrário das dúvidas de vida após a morte, existe vida após o amor e, o amor renasce depois de morto, existe uma constante ressurreição. Não pense que será no terceiro dia, ele também não tem data para renascer.

Ele é enigmático, um adolescente sem juízo, um rebento que vem ao mundo sem a contagem das semanas, sem pré-natal, ele é um marginal, transgressor, um poeta do bem e do mal, clandestino, turista que vem e pode fazer morada ou somente passar igual a um cometa, o amor é um carnaval. Não! Melhor... O amor é como o mar. No seu vai e vem a seduzir, na sua beleza única, no seu infinito particular, ele tem defeitos e virtudes como tudo, mas ele não mata, apenas morre.

Nunca saberemos descrever o amor, muito menos torna-lo eterno, domesticá-lo. Tudo que amamos necessita de liberdade para ir ou ficar, para ser o que se é, mas lembre-se “O AMOR NÃO MATA ELE APENAS MORRE E RENASCE”, o melhor a fazer é sentir. Apenas sentir, isso que devemos fazer diante do amor, não ficar se vestindo de teorias de amar, de medos, desculpas para sofrer e, de sonhos vãos. Vão sentir, apenas vão cientes que há diversos gostos para serem provados, dos amargos aos doces, paremos com essa passionalidade, apenas serve para os livros não para essa já dura realidade.

Pensemos menos, não dá para teorizar tudo, justificar tudo por amor, sabemos que ele vai morrer, mas graças aos inexplicáveis acontecimentos da vida, ele renasce. Esta guerra meus caros, está perdida, não adianta pôr o outro em cárcere privado. Coração não tem grades, olhos não tem fechaduras e língua não tem osso. Somos feitos de sensações, sentimentos e mudanças, filhos do pecado original... Ai está mais uma vã teoria sobre esse ser “O amor é pecado” um pecado gostoso de cometer, não condena nossa liberdade ou a do outro, então pequemos, sejamos amor.


Tais Medeiros.





Que a vida é tão curta
Pra levar tanto peso e o que faz tão mal
Esquece essa gente, pega a estrada
Segue em frente e agarra o amor
E não maltrates teu coração
Não te apagues distante
Não, o desperdício faz mal
A nossa alma irmã
Somos tão parecidos
Juntos somos céu
Paixão e estrelas
Pare pra respirar
Que somos tão vivos, tão novos
Tão cheios do que é bom
E nessa estrada efêmera
Não podemos perder mais nada

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