01/09/2015

No banho a água descendo pelo meu corpo limpando a terra das minhas pernas (já que eu estava na roça) passo pelos meus peitos as mãos ensaboadas e sinto que os biquinhos pretos dos meus peitos que lembram muito uma azeitona preta ficaram duros, pontudos, eretos. Começo a brincar com eles e sentir sensações que me fazem descer as mãos pela barriga e me apertar forte. Começo a lembra de meu padrasto. Ou sim aquele gordo me excita então sinto meu botão latejando querendo, implorando que o toque, toque-me. REVISANDO [TEXTICULO 02]

Cansada de correr atrás do meu padrasto, do cavalinho do vizinho resolvi “auto me amar” sou uma garota moderna tenho que conhecer o que me dar prazer, não sei muito bem como fazer isso, mas sei que tenho que buli no botão. No banho a água descendo pelo meu corpo limpando a terra das minhas pernas (já que eu estava na roça) passo pelos meus peitos as mãos ensaboadas e sinto que os biquinhos pretos dos meus peitos que lembram muito uma azeitona preta ficaram duros, pontudos, eretos. Começo a brincar com eles e sentir sensações que me fazem descer as mãos pela barriga e me apertar forte. Começo a lembra de meu padrasto. Ou sim aquele gordo me excita então sinto meu botão latejando querendo, implorando que o toque, toque-me. Toquei enfiei os dedos num fervor e fiquei naquele vuco, vuco, esfrega, esfrega numa alucinação num tesão fora do normal e eu gemia, gemia como atriz de um filme pornô amando minha mão. As pernas bambas e meu quadril a se movimentar como se eu cavalgasse num cavalo nua, com as tetas de fora. De repente escuto uma voz que vem de fora do banheiro.

-Ocê tá bem minina? Que gemedeira é essa é dor de barriga?

Esqueci que meu padrasto estava em casa e me recompondo, pus mais força no gemido como se fosse uma dor de barriga e confirmei a versão, nisso ele se foi, mas eu estava muito danadinha para parar por ali e ainda mais que a voz do meu padrasto me deixava, mais molhada do que a própria água do banho. A mão já estava doendo, à tendinite atacará impedindo minha sirica máster para meu gran finale. Então ouvi o barulho do cavalo do vizinho senti um arrepio e aquele tesão voltou em minha mente eu me via cavalgando nua em cima do cavalo, meu padrastos com a pança cobrindo o bilau andando pelo pasto dizendo.

-Vem aqui minha safadinha. 

Ele subiu no cavalo segurou em minhas azeitonas pretas e me penetrava. Comecei a gritar de tesão dizendo. Vai Drasto me faz de sua égua pocotó. E ele metia, metia e eu louca batia cabelo em cima do cavalo e a gente cavalgando e metendo eu senti meu botão lacerando pegando uma proporção maior e como se meu padrasto gordo e com pênis de cavalo me tomasse como seu objeto sexual quando de repente volto a mim com meu padrasto gritando.

-Que merda é essa que não sai? Ta cagando parafuso? E tu estás batizando as merdas é pra ficar gritando nome e demorar tanto? Sai logo dai que eu que quero dar uma barrigada. Se não sair eu vou e jogar a merda por debaixo da porta. Onde já se viu moleca mais estranha.

Voltando a mim com os pelos do corpo todo arrepiado até os dos orifícios, mas negros percebi que eu já me tornava uma mulher com desejos exóticos. Transei com o chuveirinho. Sai do banheiro desconfiada meu padrasto com a cara feia segurando o jornal entrou quase correndo deixando escapar um peido muito do fedorento e eu com a toalha na mão e um sorrisinho dengoso e safado corri para quarto debaixo da toalha o chuveirinho, rezando para ele ter a mesma função sem água.


Tais Medeiros

Eu gosto de você 
Você gosta de mim 
Mas com essa timidez 
Só o que rola entre nós 
É siririca baby 
Siririca baby 
a gente se come com os olhos 
Não rola nada 
Só bronha e siririca 

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